Vantaggi
Quando existe uma boa relação com a liderança, especificamente com o CFO/COO é melhor. A empresa é home office e existe uma certa flexibilidade de horário. Além disso, o ambiente é agradável e as pessoas que trabalham ali são acessíveis e colaborativas.
Svantaggi
A realidade é de uma liderança totalmente despreparada. Quando falo em liderança, me refiro diretamente aos sócios. As decisões mudam o tempo todo, sem critério, sem estratégia e sem alinhamento. Muitas reuniões parecem partir de quem menos entende do próprio negócio. O diretor da empresa age exclusivamente em benefício próprio, guiado pelo que o engrandece pessoalmente e não pelos interesses reais da empresa. Isso fica evidente quando passa a investir tempo e recursos em lives e mentorias voltadas à sua imagem pessoal, e não ao fortalecimento da organização. Além disso, há demissões em massa sem qualquer justificativa concreta. O discurso costuma se apoiar em supostas mudanças governamentais, enquanto o CEO repete constantemente que a inteligência artificial vai substituir pessoas e que a empresa não precisa de funcionários para operar. Em contradição a isso, a empresa segue adquirindo novos clientes e vendendo serviços para os quais não está preparada para entregar e não tem time para executar (cade a IA agora?) Essa incoerência recai diretamente sobre os funcionários. As demandas extrapolam completamente o escopo de trabalho, exigindo habilidades que não fazem parte da função original e que precisam ser aprendidas “no meio do caminho”. Ainda assim, a cobrança é feita como se essas competências sempre tivessem sido obrigação do cargo. Não há remuneração compatível, nem reconhecimento. O resultado é previsível: clientes insatisfeitos e funcionários exauridos, tentando sustentar uma imagem que não corresponde à realidade. As redes sociais vendem uma empresa que não existe no dia a dia. O home office acaba sendo o único ponto minimamente positivo, mas não por qualidade de vida, mas porque o adoecimento acontece dentro de casa. O CFO, que também exerce papel de COO, apresenta um comportamento extremamente narcisista e autocentrado. Não há espaço para ideias, diálogo ou construção coletiva. A única expectativa é executar o que ele quer, enquanto as demandas só aumentam e as entregas por parte da liderança não acontecem. Hoje, muitos times foram reduzidos a uma única pessoa, sobrecarregada de forma desumana. A liderança ainda estimula conflitos entre equipes, centralizando tudo em torno do próprio ego. Estratégia, planejamento e cuidado simplesmente não existem. Trata-se de um caso clássico de alguém que estava no lugar certo, na hora certa mas sem qualificação para sustentar o cargo. Dentro da empresa, o ego dos sócios vem sempre antes da estratégia, das pessoas e do próprio negócio. Quem fica após as demissões não recebe reconhecimento, promoção ou qualquer tipo de compensação; apenas absorve o trabalho de quem saiu. No fim, é um ambiente profundamente desorganizado, incoerente e prejudicial à saúde mental de quem trabalha ali.