A recrutadora foi extremamente educada e empatia. Processo foi, de certa maneira, mais "tradicional", com perguntas que habitualmente recebíamos a 2 décadas atrás (e hoje, nos processos de recrutamento atuais, geralmente não recebemos). Ex.: pontes fortes /fracos, livro que está lendo, hobbies, qual a pessoa mais inteligente que conhece pessoalmente...etc
Pessoa muito competente, paciente e empático.
Já o "CEO"... imaturo e prepotente. Zero empatia. Não cumpriu horários (desmarcou a entrevista, 10 min após ter começado...e na entrevista remarcada, chegou atrasado, com pressa e pareceu que não estava presente, encerrando antes do horário e se mostrando bemm irritadiço quando questionado sobre perguntas básicas sobre a empresa e o cargo).
Terminei com certo alívio e acabando por dar credibilidade às avaliações da empresa e sua direção.