Participei do processo seletivo para uma vaga Júnior e a experiência deixou a desejar no quesito interação. A entrevista seguiu um modelo muito rígido e robotizado, onde a recrutadora se limitou a ler perguntas e preencher um formulário, sem espaço para um diálogo genuíno.
Durante a conversa, fui surpreendida com a exigência de uma gravação de vídeo ao vivo, mesmo tendo me colocado à disposição para enviar um material previamente estruturado. Somado a isso, o processo ainda previa a entrega de um case para a gerência. Considero que o volume de etapas (Entrevista + Vídeo ao vivo + Case) é excessivo e desgastante para uma posição de nível inicial.