O processo seletivo foi marcado pela falta de profissionalismo e cortesia da liderança masculina. O entrevistador apresentou um atraso de dez minutos e, durante a conversa, manteve uma postura inadequada, mastigando chiclete e demonstrando distração com outras telas, o que evidenciou a falta de leitura prévia do currículo. A dinâmica refletiu um comportamento de "síndrome de protagonista", onde a experiência da candidata foi negligenciada em prol de uma postura impositiva. Como mulher, a percepção foi de desvalorização, transformando o que deveria ser uma troca técnica em um alerta sobre a cultura organizacional, que falha em acolher talentos com o devido respeito e preparo.